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sábado, 17 de dezembro de 2016

Baderna na Educação


Ilustrativa
Segundo as informações passadas ao blog por leitor , em Novo Progresso tem Professor com cargo na direção usando de suas prerrogativas  com função de assediador de colegas.  "Poucas escapam da unha do intelectual da malandragem", acusa. Um deles é profissional, já ocupou cargo na maior autarquia da educação do Município!
Os relatos que chegou ao Blog, já até poderia colocar os nomes dos envolvidos, mas como tudo tem critério, preferi aguardar mais um pouco, entretanto fico imaginando o nível que nossos filhos aprendem com estes supostos professores graduados na malandragem.

Pior do que não ter nenhum padrão de qualidade literária [pois há algumas pérolas escondidas nos tais balaios] é não ter o que dizer ao educando além do que mencionar valores da malandragem. Ou seja, seu gosto literário resume-se em  assedio sexual. E, mais do que isso,  se for questionado mais a fundo, não saberá o que responder nem qual obra indicar, se duvidar já deve ter levado a Playboy para sala de aula.
Além desse quadro lastimável, temos para fechar esse texto com pior dos maus exemplos; aquele professor que deveria ser exemplo por livre e espontânea vontade. Ele não quer ser! Não gosta de ser!  "O pior - se enquadra na ordem literária como  destruidor de lar"! Consegue até se eleger, entra para política para ser vereador e almeja ser perfeito!
Como ser exemplo apenas pela palavra falada, sabendo-se que a criança ou o jovem em formação de sua cidadania, aprende muito mais com o exemplo da ação? E qual exemplo dará este professor que tem que pular o muro da escola para escapar do marido enfurecido? Qual exemplo dará aquele educador que ‘deu uma desculpa’ fugi para não morrer pelo erro que cometi?
“Infelizmente, muitos  (superiores) não deram a devida importância aos fatos ocorridos”. O que responder aos seus estudantes quando perguntado sobre o porquê o Senhor pulou o Murro? ou a professora por qual motivo seu esposo estava enfurecido?
A Educação começa em casa, mas reforça-se nos bancos escolares, onde os exemplos pedagógicos são necessários à formação do aluno. Por fim, quem não se faz exemplo não pode fazer cobranças.
Ai aonde se fala "Baderna na Educação"!