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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Hoje é feriado Estadual no Pará.

A História registra que, no dia 15 de agosto de 1823, nosso Estado aderiu à Independência do Brasil.  
Bandeira do Pará

Logo após a Independência do Brasil, algumas províncias, entre as quais a nossa, não aceitou a separação com o reino de Portugal e com isso algumas revoltas eclodiram império afora. Gradativamente, elas foram sendo pacificadas à força pelo império, e uma das últimas que resistia era a Província do Pará. A mando de Dom Pedro I, o almirante John Grenfell obrigou os Estados que não aderiram à Independência a aceitar a separação entre o Brasil e Portugal. Em Belém, Grenfell armou um ardil para convencer os responsáveis pelo Estado a aceitar a adesão, convencendo-os de que havia uma esquadra estacionada em Salinas pronta para bloquear o acesso ao porto da capital, isolando o Pará do resto do Brasil.
Acreditando na história, restou aos governantes da época se render, proclamando a adesão ao restante do País.

Entenda mais sobre o brasão do Estado do Pará:


O Brasão ou Escudo de Armas do Estado do Pará foi criado em 9 de novembro de 1903, pela lei estadual de nº 912, que estipulou a criação de um Brasão (ou Escudo) de Armas para o Estado.
Os seus autores são: José Castro Figueiredo (arquiteto) e Henrique Santa Rosa (Historiador e Geógrafo).
O mote: Sub lege progrediamur, latim para "Sob a lei progredimos".
A estrela solitária: faz menção ao Pará como unidade da República Federativa do Brasil – à época da proclamação da República, única unidade federativa cuja capital situava-se acima da linha do Equador, fato esse representado na bandeira nacional por Espiga, figurada acima da linha do azimute.
As cores: vermelho faz menção à República e ao sangue derramado dos paraenses nas diversas lutas em defesa pela soberania da pátria.
A banda: branco faz menção à linha imaginária do Equador, que corta o estado ao Sul.
Os ramos: de cacaueiro e seringueira, fazem menção às principais produções agrícolas à época.
A águia: guianense faz menção à altivez, nobreza e realeza do povo do Estado. 

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Por Luiz Paulo Pina