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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Reis de Novo Progresso



“Não sei mais reconhecer bandido e mocinho"

Estou perdendo minha capacidade de julgar. Estou confuso!

Não sei mais reconhecer bandido de mocinho. Resta-me somente recorrer à minha ética pessoal e ao meu sistema de valores para manter certa lucidez  frente a tantas informações.

Muitos lamentam as ações fiscais, no entanto quando acontecem, agradecem pelo pior não ter acontecido, e escondem informações, tentam ridicularizar a imprensa, como se fosse obrigada a ouvir desafeto, quando pior melhor?

É mundial; mas eu moro na Amazônia,  então nada mais natural que minhas aflições imediatas sejam locais. "Em que momento uma manifestação pacífica vira uma revolta de autoridades". 

O empresário madeireiro dá calote, porque uma promessa econômica mundial vira um atraso no desenvolvimento, e como pode a Floresta ser a culpada? Finalmente, a quem devemos culpar?


Joio do Trigo



Crime ou maldade ou insanidade, mentira ou ignorância, má fé ou hipocrisia; pelo bem social ou pelo interesse pessoal, incompetência ou malandragem?

Nesta era de turbulência  da informação me pergunto se sempre foi assim ou se nunca soubemos como as coisas são de fato. É a natureza humana ou a condição dos homens?  Não tenho medo de publicar VERDADES em meu jornal, melhor que  navegar a internet, assistir à televisão e se contentar com novelas..


Meu lamento está na história da cidade; o fim dos impérios, Rei do Gado, Rei da Cidade, Rei do Ouro, Rei do Desmatamento, Rei da Flona, alguns ainda perpetuam e muitos criticam outros acham ótimo, tipo o ciclo da "Terra Sem Lei", ruim, bom, ruim, bom.
Estamos dentro de uma centrífuga, jogados todos na vala comum da ignorância. Não temos tempo de refletir, dar um passo para trás e olhar com olhos de estrangeiro. Toda ação requer uma análise prévia, mas isso tem sido pouco exercitado. Que se dane a Floresta! 

Falamos sem articular, tomamos decisões importantíssimas que afetarão nossas vidas por um longo período sem pesar todos os aspectos, e julgamos sem acumular fatos. Chegamos infelizmente naquele momento tão temido pelos grandes filósofos do passado: paramos de pensar... Estamos repassando essa responsabilidade para outros - não acreditamos na tecnologia duvidamos da eficiência das leis, enquanto a velocidade da informação  sem limites vira encanto, é a quem creditamos o "Novo Progresso". E isso pode até vir a ser bom; se usarmos antes a cabeça!
Mocinho e Bandido (Foto Ilustrativa)

Os Reis citados, são visados  no mundo inteiro e  vem causando acaloradas discussões sobre sua legalidade ou não. Milhares de pessoas levantam as mais diversas acusações enquanto outras milhares levantam-se para defende-los.

Mas o que é esse intrigante binário?

Na verdade é só um modelo matemático utilizado comumente em empresas de nnnn e também muito utilizado em esquemas fraudulentos, conhecido também como esquemas laranja. Daí surge a tão famigerada discussão. O que  é mesmo legalidade?

A verd1de é que o reinado não é nem bom nem mau, é apenas uma palavra. Vamos  dar alguns exemplos para ilustrarmos o que estamos dizendo:

Estamos bombardeando a mente das pessoas com muita informação errada e pouco conhecimento. Estamos se safando para beneficio próprio, e a culpa é o desemprego, geração de renda, falta de interesse de governo, e por fim irresponsabilidade mesmo, ganancia de poder predomina a faminta classe desunida que esperneia diante da ilegalidade insiste em seu reinado.

Muitos destes indivíduos sabem um pouco de tudo, mas não conhecem nada. Estes serão a nossa triste ilusão, os bandidos e não os mocinhos. E assim vamos tirando a única coisa que ainda pode proteger esse período do ciclo, da ruína total... A capacidade de pensar e julgar... Eu estou ficando assim!