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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Justiça determina prisão de acusado de desmatamento em Novo Progresso

A Justiça Federal do Pará determinou a prisão preventiva do madeireiro Luiz Lozano da Silva,  acusado de praticar desmatamentos ilegais em Novo Progresso, sudeste do Pará, em dois processos de de crime ambiental movidos pelo Ministério Público Federal do Pará. 

Lozano havia sido preso durante a operação Castanheira, realizada entre o final de 2014 e o começo de 2015 para prender os principais desmatadores da Amazônia, mas estava solto após receber benefício de um habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Segundo o MPF, ele voltou a desmatar a mesma área onde atuava após conseguir a liberdade.

"De fato, mais do que proteger o processo penal em curso ou futuro, a prisão fundada na garantia da ordem pública visa proteger a própria comunidade, já que a preservação da liberdade do denunciado atingirá duramente a sociedade e o principal bem jurídico atingido pelas condutas delitivas, qual seja, o meio ambiente, patrimônio de inestimável valor cujo dano revela consequências que ultrapassam as fronteiras do território nacional", afirma o juiz federal Paulo César Moy Anaisse no decreto de prisão.

Além da investigação referente à operação Castanheira, outra acusação feita contra Lozano é de desmatamento no entorno da Floresta Nacional do Jamanxim, cujo uso é proibido. O desmatamento ilegal foi descoberto em setembro de 2015 passado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Depois da fiscalização, Lozano disse ao Ibama que propriedade é de outra pessoa, mas o MPF denunciou à Justiça que essa informação é falsa.
Lozano esta foragido , e segundo informações deve se entregar nas proximas horas.
Por G1 com Blog Adecio Piran