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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Meio Ambiente - Folha de São Paulo - BR 163 INSUSTENTAVEL


Reportagem especial da Folha fala em fracasso do plano BR-163 sustentável, idealizado por Marina. E agora?
Foto- Folha de São Paulo
No comando do Ministério do Meio Ambiente no primeiro governo Lula, Marina Silva teve no plano ‘BR-163 Sustentável’ a principal tentativa para evitar o desmatamento causado por estradas na Amazônia. A reportagem da Folha foi ao interior do Pará para checar o que ocorreu com o plano.
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Desmatamento e clima

Em 1999, quando o governo FHC planejou pavimentar a BR-163, temia-se um salto nas taxas de desmatamento (80% dele ocorre ao longo de rodovias amazônicas). Se 30 km fossem derrubados de cada lado da estrada, só a Cuiabá-Santarém redundaria em 60 mil km² de corte raso, ou três Estados de Sergipe.
Na área de influência da BR-163, até o ano 2000 haviam sido desmatados 15.665 km². No segundo ano do primeiro governo Lula, em 2004, atingiu a cifra alarmante de 1.908 km², baixando em seguida para um patamar em torno de 500 km² ao ano entre 2010 e 2012. Em 2013, contudo, saltou para 728 km². Os usos da terra (desmatamento e agropecuária) ainda representam cerca de 60% das emissões de dióxido de carbono (CO₂) do Brasil. Já foram responsáveis por três quartos do CO₂, o principal gás agravador do efeito estufa e da mudança climática, mas essa forma de poluição recuou muito com a queda nas taxas de desmatamento observada desde 2004.
Foi em 2004, quando a atual candidata a presidente Marina Silva (PSB) ainda era do PT e encabeçava o Ministério do Meio Ambiente, que começou a esboçar-se o “BR-163 Sustentável”. O plano era tornar o Estado mais presente na região, levando fiscalização, regularização fundiária, crédito e apoio técnico para uma produção agropecuária menos devastadora. Continue Lendo AQUI