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terça-feira, 15 de julho de 2014

Osvaldo Romanholi (PR) decreta a falência do governo municipal

Decreto 177/2014: “Não é uma crise, é um atestado de óbito”
Osvaldo Romanholi(PR)
Basta ler o Decreto177/2014 publicado no dia 07 de Julho,  nele, estão dispostas medidas relativas ao equilíbrio orçamentário financeiro da prefeitura, alega o alcaide.
A desculpa deve-se ao fato do resultado negativo da crise econômica sobre a receita dos municípios, entre eles Novo Progresso, principalmente em decorrência do agravamento na redução do ICMS e na necessidade de manter o pagamento em dia dos fornecedores, servidores municipais e demais obrigações, além disso, o decreto visa estabelecer ações para cumprir as obrigações da lei complementar Federal 101/2000, especialmente no que toca ao equilíbrio orçamentário ?” financeiro. “O Município faliu, agora, como não tem vida, como nós - humanos - temos, em vez de dizer que o Município Morreu, dizer que faliu,  isto não é uma crise, mas um atestado de óbito”......Ao invés de arrumar um caminho, solução o prefeito prefere sacrificar o servidor, o fornecedor, e a população em geral.
Esporte, Cultura, momentos cívicos, obras, horas extras, viagens, etc, tudo é proibido a partir do decreto, só não regulamenta os gastos do executivo municipal, por exemplo os gastos do gabinete que acumulam valores exorbitantes, na casa de milhões de reais para beneficiar exclusivamente os seus, as diárias do prefeito continuam...
Para um bom entendedor esta crise financeira por que passa Novo Progresso  é um “atestado de óbito” da atual gestão Municipal. Desde o inicio do mandato o Prefeito preferiu reduzir os salários dos servidores contrariando as promessas de campanha, onde prometeu valorizar o servidor, aumentou os impostos municipais,  e agora decreta falência na atual administração Municipal.
O Município aprova um orçamento  que é uma ficção, aprovado como lei, mas que passa a ser uma lei de ficção também. “Então você vê o seguinte: o que é o governo hoje? É pagar o funcionalismo, administrar esse pagamento mês a mês, ano a ano. E não sobra nenhuma margem para o que é essencial, que é o investimento”! Aonde estaria o restante?

O que  espanta nessa crise é que o Prefeito recentemente mandou Projeto de Lei pedindo autorização para os vereadores pagar divida junto a concessionaria “Aguas de Novo Progresso”, no montante de mais de 400 mil reais de outra gestão,  outro dia reuniu a população em uma quadra de esporte para ler  mensagem anual, disse que o Município estava numa situação perfeita, tinha saneado as suas finanças e estava apto para uma política de investimento.
“E o que é que se constata é que, de duas uma, ou os números que se ofereceram ao Prefeito Osvaldo Romanholi (PR) pela assessoria eram fictícios, ou ele estava consciente de que tudo aquilo fazia parte de uma grande ficção, de uma grande comédia trágica que domina o Município de Novo Progresso no seu todo”, não consigo entender. Leia mais AQUI